segunda-feira, 5 de março de 2012

Deve ser Amor. II

parte II - conclusão

Será mesmo que só se ama uma vez, como disse minha mãe? Quais minhas chances de ter sorte no amor, como disse meu pai? Ainda existe aquele amor verdadeiro da época da vovó? Quando sabemos que é amor, que a ‘chama’ se tornou ‘brasa’, como disse minha avó?
E dá pra se apaixonar por duas pessoas ao mesmo tempo, como quis saber minha amiga? Eram outras perguntas que começaram a surgir.

“Não nos apaixonamos por duas pessoas ao mesmo tempo (disso eu tinha certeza) quando nos apaixonamos parece que só existe aquela pessoa no mundo! Pensamos o dia todo nela! É algo que nem sabemos como lidar! É quase insuportável, e gostoso ao mesmo tempo! É muito extasiante! Sabe, o nosso mundo passa a girar em torno daquela pessoa! E não dá pra girar em torno de dois eixos! Não, não dá pra se apaixonar por duas pessoas!” respondia eu à amiga.
“Nussss Aline! Você deve tá mesmo apaixonada! Dizendo essas coisas! Mas então o que eu sinto? Parece que gosto dos dois!” respondeu a amiga.
“Dois? Ah... Então! Você gosta, eles te chamam a atenção, é um interesse...” fui respondendo.
Agora havia muitas outras palavras além de paixão e amor: Interesse, Atração, Simpatia, Gostar, Confusão, Química (química? Ih agora ferrou de vez), Sintonia, Tesão, Afinidade... A coisa estava mais complexa! =|
“Quando a gente se apaixona olhamos para a pessoa e vemos um DEUS!” esta frase surgiu na conversa e naquele momento eu não tinha me dado conta ainda, mas essa era a palavra chave: Um deus!

Quando estamos apaixonadas olhamos para a pessoa e vemos um deus! É como se olhássemos a pessoa e ao invés de enxergá-la nós enxergamos através dela! Apaixonamos-nos por uma ideia que construímos, pela aquela divindade que enxergamos na pessoa, por algo que projetamos, ou ainda estamos apaixonadas pela emoção de estar apaixonadas! E muitas vezes nos esquecemos até do amor por nós mesmas, pois nos sentimos uma mortal que cobiça o amor valioso de um deus!

Há algum tempo eu tornei a me apaixonar e sentir todas essas sensações explosivas e inflamadas! E vieram “ventos”, muitos ventos!
Até que um dia “olhei” para a pessoa que amo (eu disse amo né? *---*) e percebi que não estava mais vendo uma divindade e sim um ser humano! Uma pessoa com suas falhas, banalidades... mas também com suas grandezas, sua grandeza de alma, sua nobreza... com seu esplendor, e a doçura de quem se dedica a mim... Percebi que o aprecio... que o amo do modo que é... Percebi que minhas sensações ao olhá-lo não eram mais “explosivas e inflamadas”, agora eram ternas, doces... ou “calmas e suaves” repetindo os adjetivos que vovó usou ao falar da brasa... meu coração batia num ritmo suave, como o iluminar-se de uma brasa ao vento!

Deve ser Amor!



...beijinhos***

sábado, 3 de março de 2012

Deve ser Amor.

parte I

Quando eu era criança tinha algo que ficava na minha cabeça: por que as pessoas dizem “eu me apaixonei” e “te amo”? O que me deixava invocada era que apaixonar vinha da palavra paixão e não da palavra amor, então me pareciam falar de coisas diferentes (até eu que nem tinha me apaixonado ainda já tinha escutado uma série de pessoas dizendo que ‘paixão’ era uma coisa e ‘amor’ outra e me parecia claro, senão pra que duas palavras?). “Aline, existe também o verbo enamorar” me informou minha mãe quando lhe falei de minha cisma com o vocabulário. “Enamorar! Palavra bonita!” eu pensei. “Mas vem de amor ou de namorar?” continuei invocando com o vocabulário.

Chegou uma época em que eu me apaixonei pela primeira vez, e claro, fui logo chamando aquele sentimento de “meu primeiro amor”!
“Ai Aline! Isso é uma paixão! Você ainda é muito novinha pra já estar amando” me disse minha mãe, e a opinião se repetia por parte de todos! Eu ficava indignada pensando “e por que sendo nova não posso já estar amando de verdade? E não tem gente que casa com alguém por quem se apaixonou ainda criança, ainda mais nova do que eu sou?” eu reclamava e matutava comigo mesma! Considerava um abuso que não aceitassem que aquele sentimento tão incrível que eu sentia não fosse amor!
Acho que estamos todos fadados a chamar de amor todas as nossas paixões até sentirmos de verdade o amor!

“Aline, pense numa fogueira! A chama é a paixão, agitada, intensa, consome tudo... mas... vem um vento e apaga... só que resta a brasa. A brasa é calma, suave, é diferente da chama e o vento não a apaga, ao contrário, ele a alimenta! A brasa é amor!” explicou a sabedoria da minha avó Alice. E vovó me contou sobre sua história com vovô e sobre ele ser seu único e verdadeiro amor. Não, não foi chato ouvir. Ouvir as histórias da vovó era sempre muito mágico, fossem sobre qualquer coisa era sempre gostoso ouvir. Também quis ter meu único e verdadeiro amor!

A metáfora da fogueira não me saiu mais da cabeça! E agora parecia claro porque para amar se apaixonavam! Para que ‘a brasa’ existisse antes precisava existir ‘a chama’. Era necessário incendiar o coração, apaixonar-se, ser consumida na tal chama da paixão até vê-la tornar-se brasa do amor! Portanto era certo que as pessoas para amar se apaixonassem antes e não se “amorassem”, palavra louca que eu queria quando pequena!

E eu fui me apaixonando e chamando as minhas paixões de amor, em todas querendo saber se daquela vez seria o amor finalmente. E também fui descobrindo o que seria “o vento” de que minha avó me falou. O vento eram problemas, decepções, crises de ciúme, dificuldades... E tantas vezes não restou brasa! #fail
Porque vovó não me avisou sobre o que era o vento? Talvez tenha querido me poupar dessa explicação até que eu fosse maior! E por que era tão sofrido se apaixonar?

“Aline, A palavra ‘paixão’ vem do grego pathos, que quer dizer sofrimento” explicou-me papai. “Já percebi! =/” pensei. “Então não tem como né pai? A gente tem que sofrer antes de ser feliz?” perguntei. “Ah Aline, acho que o amor pode fazer a gente se sentir muito feliz ou sofrer muito, é como uma loteria! Vai ver a gente tem que ter sorte!” continuou papai. E aquilo me preocupou bastante, por que eu já tinha ouvido o ditado “sorte no jogo, azar no amor” e eu tinha sorte nos jogos, vai ver eu não tinha mesmo sorte no amor. =( “Aline, amor é um só, a gente só ama de verdade uma vez na vida!” me disse a mamãe. “Então só terei uma chance de ganhar na tal loteria que papai falou, e ganhar na loteria todo mundo sabe que é difícil!” – desânimo.

Continua...

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Felizes Pra Sempre.


“... e foram felizes pra sempre!”

Os contos de fada e os filmes água com açúcar costumam terminar com essa frase!
A verdade é que gostaria de ver esta frase iniciando a história!
Como se é feliz pra sempre? Depois do fogo intenso da paixão, do sonhar em estar pra sempre com alguém, matar os dragões vencer os perigos e tirar as “bruxas malvadas” do caminho estando livres pra serem felizes pra sempre, como é que se faz?
Como se faz pra saber que a brasa calma da vidinha feliz pra sempre não será ameaçada por outra fogueira de paixão? Como se faz pra ter graça viver sem a ameaça dos dragões e duques que tentam roubar o reino se aliando à feiticeiras tenebrosas?
Como se faz pra manter acesa a chama do desejo? E não deixar o medo ciumento terminar com a história? É! Tropas fortemente armadas protegendo as fronteiras do reino pode parecer ter alguma lógica, mas costuma atrapalhar! Será que o príncipe larga toalha molhada na cama ou não se importa se a princesa ganhar quilinhos? Será que eles ao se tornarem rainha e rei não deixam que o estresse de administrar o reino afete a relação? Eles teem DRs? O príncipe não se importa de discutir a relação quantas vezes a princesa queira? Será que reinventam seu amor? Será que encanam ou “vestem fantasias”? Será que surgem novos desafios? Acho que muitos! Será que passam todos os dias no castelo? O galante príncipe ainda a leva para passear pelos lindos campos outonais? O jantar é sempre naquela mesa enorme dentro do castelo? Quantos filhos teem? Sabem conciliar as responsabilidades? O que fazem além de serem nobres majestades? Com o que eles se realizam? Sabem conceder e nunca exigir que o outro se anule? O bom mago Merlin descobre alguma poção de amor eterno?
Tá! Não sejamos radicais e dizer que é fácil chegar ao final feliz e só o depois do feliz pra sempre é desafiante! Até porque encontrar princesas e príncipes em meio a tantos sapos não está muito fácil! Aí, porém, está mais um motivo pra se preocupar em saber como se faz depois!
Depois da história vibrante como se é feliz? Como se conserva o amor?
É! Aí está uma vibrante e desafiadora história que quero saber como se escreve!
E descobrir com “meu bebê”!
E o post termina modificando a frase!

“Foram felizes pra sempre e...”


...beijinhos***

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Andando de Bicicleta.

Querido Diário... Passar o fim de semana na chácara da vovó com minha família e amigas foi muito gostoso! Adoro o ambiente da chácara! Nós nos divertimos muito por lá nesse sábado e domingo! E uma coisa gostosa que fizemos foi andar bastante de bicicleta! O que me fez lembrar minhas primeiras pedaladas! ^^

Você se lembra de quando aprendeu a andar de bicicleta? Chegou a usar bicicleta com rodinhas, aquelas rodinhas presas à roda traseira para ajudar a equilibrar?
No começo andamos com as rodinhas... e algumas vezes achamos que estamos prontas para andar sem elas, mas nossos pais não tiram porque sabem que cairíamos. Outras vezes eles querem tirar as rodinhas, mas não queremos, ficamos com medo... “você já anda sem precisar delas! Já tá grandinha pra usar rodinha!” dizem.
Eu me lembro de quando papai tirou as rodinhas da minha, mas eu tinha receio de tentar andar sem elas. E papai ia do meu lado segurando o banco, mas na verdade ficava a maior parte do tempo só com a mão próxima enquanto eu confiando nele ia andando com a minha bicicletinha sem precisar das rodinhas... E me lembro do dia em que ele ia comigo e me distraí olhando pra frente e só me dei conta que papai não estava do meu lado quando já distante dele, que havia parado, eu o ouvi dizer “Tá vendo Aline? Você está andando sozinha!”. Ouvi, olhei pra trás e ele sorria lá onde havia parado de me acompanhar... seguiram-se alguns segundos de medo “Ai! E se eu cair?!”. Mas passou logo! E veio uma grande alegria por andar sozinha! ^^ Fiz uma volta bem cuidadosa! ... Peguei um embalo... e fui sentindo o ventinho no meu rosto que a essa altura exibia um satisfeito sorriso!

Estive pensando em como podemos comparar andar de bicicleta com momentos de nossas vidas! Há momentos que são como quando precisamos de rodinhas ou quando achamos que não precisamos, mas precisamos ainda, ou vezes em que insistimos em continuar usando rodinhas por medo quando já é tempo de andar sem elas... O medo também é bom, como no caso da bicicleta, o medo das primeiras pedaladas sem rodinhas nos faz ter cuidado... e é bom! O medo não é bom quando nos paralisa, como se fosse o caso de se recusar a andar na bicicleta sem rodinhas pra sempre.
Pensei em como vivemos períodos, como os meus segundos de receio ao ver que papai ficara pra trás... que parece aquela sensação temerosa de se iniciar a fase mais independente da vida, mas que se segue da alegria de vermos que “estamos andando sem rodinhas”.
E quando depois de tirarmos as rodinhas e já estamos bem contentes e orgulhosas de sermos “grandes ciclistas que não precisam de rodinhas” e acabamos levando um tremendo tombo?! Daqueles de ralar o joelho ou ficar com a perna presa no quadro da bicicleta? Rola aquilo de “não quero mais andar sem rodinhas! To com medo de levar outro tombo desses!” E de modo parecido na vida todos levamos tombos! Mas não dá pra ficar ali, sentada no chão! Nem desistir, querer se esconder, querer as rodinhas de volta... Tem que levantar!... E seguindo nossa metáfora podemos dizer que há momentos em que precisamos de mais esforço pra continuar, como quando temos uma subida pela frente que nos exige mais esforço, e tendo vezes que até descemos pra empurrar... outras vezes estamos andando bem embaladas, sem precisar muito esforço, só curtindo o “ventinho no rosto”... tem vezes que fica tenso, precisamos regular freios, encher os pneus xD e até recolocar a corrente que saiu! Mas não vale desanimar! Não importa quantos tombos ou subidas, sempre podemos levantar, nos esforçar e seguir... Se “você tá parado com sua bicicleta” lembre-se que basta uma pedalada para sair da inércia! Basta uma pedalada e você estará se movendo! Assim como também não importa o quanto tenhamos pedalado em uma direção, se descobrirmos que não era a direção certa, ao virar o guidão já estaremos numa nova direção!


É isso!
...beijinhos***


Recado: Vanessa, te amo muito, muito, muito!

domingo, 14 de agosto de 2011

"Papai, O Fluminense e O Maior Estádio do Mundo!"

Rio de Janeiro,


Sabe quando a gente é pequena e tudo parece muito grande?
Como aquela estante inalcançável ou a portinha de cima da geladeira que era tão alta!
Se quando somos pequenas tudo nos parece tão grande imagina quando meu pai me contou que faríamos um passeio e eu perguntei:

_Papai, aonde a gente vai?
_Vamos ao estádio filha! Ao Maracanã! Ele é “O Maior Estádio do Mundo"!

“Nusss! O maior estádio do mundo inteiro?” Lembro-me de pensar impressionada! E fiquei desde aquele momento imaginando o tamanho do estádio! Afinal no mundo inteirinho não existia um estádio que fosse maior!
E meu pai continuou dizendo:

_Vamos assistir ao jogo do Fluminense!

O Fluminense eu sabia bem do que se tratava! Era o time do meu pai, e de todos que moravam perto de mim! Inclusive o próprio time morava perto de mim! Sou de Laranjeiras! Claro, eu torcia pelo Fluminense!

Afinal, além de serem meus vizinhos tinham uma camisa toda coloridinha, tão fofa! (<<<<) Era impossível torcer por outro time! (tudo bem se você torce por outro).
E fui com papai e meu tio. No carro, ansiosa, não deixava de imaginar! Ainda me lembro da gente passando pelo corredor que nos conduziu até a vista do estádio!
Se tudo nos parece tão grande quando somos pequenas imagina como me pareceu gigante o Maracanã! Lembro-me bem daquele momento! Poderia ser assustador! Se eu não estivesse com meu pai! Lembro-me de estar no colo dele e ficar bem agarrada ao seu pescoço e com meu rosto colado ao dele enquanto corria meus olhos admirados por toda a visão do estádio! Afinal estando com meu pai nada poderia me fazer mal! Nem mesmo o maior estádio do mundo!

Aos poucos o maior estádio do mundo foi deixando de ser assustador, passando a ser fascinante! Fiquei encantada com a nuvem branca de “pó-de-arroz” da torcida, com as bandeiras, as cores... e todo o espetáculo exibido pela torcida! Meus olhos de criança se vislumbraram vendo a multidão! E o Fluminense venceu aquela partida, com apenas um gol, o suficiente para eu assistir a euforia da torcida e pular feliz! À essa altura já mais ambientada, no chão e já tendo descoberto outras crianças! ^^
Essa é uma das muitas lembranças gostosas que tenho de momentos com meu pai durante a minha infância! Os pais adoram incentivar os filhos a torcerem pelo time deles! Normalmente os filhos meninos, mas sou filha única e era quem ele tinha pra levar ao estádio e treinos do clube! Papai conseguiu me incentivar e sou tricolor de coração! Mas papai me ensinou muitas outras coisas além de torcer pelo Fluminense! Meu pai me ensinou muitos valores! E sei que em qualquer idade e qualquer época será como se meu pai estivesse comigo quando eu precisar recordar esses ensinamentos! Meu pai também me contou muitas histórias enfatizando a honestidade, a sinceridade... e até histórias aterrorizantes! Como a do menino que teria morrido na piscina do clube porque era mentiroso e fingia que estava se afogando e um dia quando se afogou de verdade ninguém o socorreu! =x
Estou contando essa história do estádio porque gosto de me lembrar dessa época em que nosso pai é nosso super-herói! Capaz de nos proteger de tudo! Que se estivéssemos em um lugar alto e ele dissesse para pularmos, pulávamos sem medo! E como nos sentimos seguras estando com ele!
Sim, depois crescemos um pouco e nosso pai deixa de ser herói e se torna “um chato” ou um “careta que não sabe de nada” em muitos momentos! Também costuma ser aquela figura mais severa que a mãe. Aos pais costuma caber essa tarefa de nos ensinar, mesmo quando temos que aprender com lágrimas ao invés de sorrisos! E sei que ele muitas vezes disse “não” preferindo dizer “sim”. Sei que uma lágrima minha doía nele, mesmo que eu achasse na época que ele estava sendo um injusto e tirano! xD Hoje também sei que a tal “chatice” ou “caretice” não era chatice ou caretice era cuidado e amor. Hoje sei que meu pai é humano, que não é um super-herói capaz de me proteger de tudo, mas que com certeza gostaria de ter esse super poder e se ele errou alguma vez, errou tentando acertar! Hoje, sem ele me contar, sei que muitas vezes quando teve que sair pra trabalhar foi pensar em mim e no meu futuro que lhe deu força e coragem pra encarar a batalha cotidiana!
Hoje é o Domingo dos Pais! Tudo bem que “dia dos pais seja todo dia”, mas dia das mães, dia dos amigos, dia dos namos... todos são todo dia! =D
O segundo domingo de Agosto é especial! É um dia família em que podemos estar junto com nosso super-pai! Mesmo que tenha alguma outra oferta de programação pra hoje, que pareça mais animada, tipo sair com a galera, o melhor programa hoje é estar com nosso pai! (ou se o pai não estiver presente, alguém que ocupe esse papel da figura paterna na sua vida ou lembrar com saudade e carinho). Eu tentei pensar em algum presente criativo esse ano que fugisse das peças de roupa ou presentes tradicionais... no fim acabei mesmo escolhendo algo infalível! Uma camisa nova do Fluminense! xD (seu pai também deve adorar ganhar coisas do time dele né?). E vamos assistir ao jogo pela TV e torcer juntos! Certamente tem pais torcendo pelos outros times! xD E nem sempre o time do nosso ganha... Sei que o meu vai gostar da tarde de qualquer modo porque estou aqui! Mas se nosso time perder talvez ele diga “O Maior Palavrão do Mundo”! =x
Ah! Logo ele que me ensinou que não se deve dizer esses palavrões!!!! xD
Feliz Dia dos Pais
...beijinhos***


Recado: É tão triste que muitas vezes ao invés de histórias como essa que me lembro com meu pai assistamos à violência nos estádios! =(

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Os Amigos no Deserto.


Existe uma lenda árabe que certa vez uma amiga me contou! E gostaria de compartilhá-la aqui hoje.


Os Amigos no Deserto

Dois amigos faziam uma viagem atravessando o deserto... à certa altura da viagem eles se desentenderam e discutiram muito calorosamente... um dos amigos não se conteve e deu um tapa no rosto do outro. Aquele que levou o tapa não devolveu a agressão. Retirou-se de perto do amigo, abaixou-se calmamente e escreveu na areia: “hoje o meu melhor amigo me deu um tapa no rosto”. Enquanto o outro apenas observou constrangido. Seguiram viagem sem muita conversa a principio... Bastante tempo depois, ainda na longa jornada pelo deserto, os dois encontraram um Oasis. Os amigos então aproveitaram para se refrescarem do calor do deserto nadando no Oasis. Foi então que algo terrível aconteceu! Um dos amigos começou a se afogar (o que tinha levado o tapa). O outro partiu em seu socorro salvando o amigo do afogamento. Assim que estavam fora da água o amigo salvo foi até uma das pedras do Oasis e usando um canivete que levava consigo, cuidadosamente foi escrevendo na pedra a seguinte frase: “hoje o meu melhor amigo salvou a minha vida.” O outro observou tudo e depois que o amigo terminou ele perguntou: “Por que quando eu lhe agredi você escreveu na areia, e agora quando lhe salvei de se afogar você escreveu na pedra?” O amigo respondeu: “quando um amigo de verdade nos magoa devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão pode passar e apagar, mas quando recebemos algo grandioso devemos escrever na pedra da memória e do coração onde nenhum vento irá apagar.”


Verdade que um diário também tem suas páginas tristes, páginas de desabafo... etc.
Mas talvez no caso dos amigos eu venha, sem ter me lembrado da história, mas de modo semelhante ao personagem da lenda, dado preferência por anotar aqui na “minha pedra da memória” os momentos especiais, e preterido a outros, deixando-os à mercê do vento do esquecimento e do perdão.

Enfim!
Espero que se você ainda não conhecia a lenda, tenha gostado de visitar este meu cantinho aqui hoje!

...beijinhos***

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Terror

As pessoas dos filmes de Terror teem atitudes que não entendo bem, insistem em acampar perto daquele lago onde todos os anos o mesmo assassino ataca, ou sabendo que há um assassino ao redor saem de uma casa trancada no meio da noite e jamais aproveitam para irem embora quando há oportunidade! Pior, ainda guardam fitas VHS! E por sinal telefones são muito perigosos! Ou como me lembra a Vanessa, sempre que um se separa do grupo acaba sendo a próxima vítima! Aliás, essa é uma boa regra: não se separe do grupo! E estranhos “bonzinhos” que aparecem dizendo para se acalmar ou querendo ajudar, quando não são o próprio assassino não costumam ter razão!
Certamente as pessoas dos filmes de terror não morreriam se me escutassem!
Mas as pessoas dos filmes não me escutarem eu até entendo, o que eu não entendo é não escutarem a Ditte com a altura que ela grita nas cenas mais assustadoras ou berra alertas: “não vai pra esse lado!” “sua burra,  ele tá aí!” “não abra essa porta!”
Falando na Ditte.... onde ela está enquanto escrevo? Está tudo calmo demais!


Depois de assistirmos ao filme de terror no cinema ela se empolgou e me perseguiu como eu já imaginava! Sem ter uma máscara como a do esfaqueador do filme ela atacou de máscara facial mesmo! Também tem me mandado mensagens terríveis pelo telefone, mas um dos momentos mais apavorantes foi entrar no banheiro olhar o espelho e.... AAAAh! Ela destruiu a ponta do meu batom! E  e daí que ela saiba o que eu fiz no verão passado?

Ah! Ela chegou aqui!!!!


- Toca o telefone

“Peraí! Se você está aqui comigo quem está telefonando agora?”
AAAAAhhhh! =O


...beijinhos***